Perfil

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Luiz Pinguelli Rosa nasceu em 19 de fevereiro de 1942, na cidade do Rio de Janeiro, filho de Dalva Pinguelli Rosa e Ávilla Rosa. Foi aluno do Colégio Pedro II, cursou a Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), saindo como oficial do Exército, e, posteriormente, ingressou no Instituto Militar de Engenharia (IME), no Rio de Janeiro.

Graduado em Física pela UFRJ, mestre em Engenharia Nuclear pela Coppe/UFRJ e doutor em Física pela PUC-Rio, Pinguelli foi diretor da Coppe por quatro mandatos e presidente da Eletrobrás, entre 2003 e 2004. O docente também era membro titular da Academia Brasileira de Ciências (ABC). Orientador de dezenas de dissertações de mestrado e teses de doutorado, o professor recebeu diversos prêmios, entre eles o de personalidade do ano de 2014, da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Professor emérito e titular do Programa de Planejamento Energético da Coppe, foi professor do Programa de História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia da UFRJ, além de secretário executivo do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, organismo científico do Governo do Brasil para estudar o problema do aquecimento global em suas implicações para o país, auxiliar na criação e promoção de políticas. Além disso, Pinguelli foi fundador da Associação de Docentes da UFRJ (Adufrj), tendo sido seu primeiro presidente.

Suas áreas atuais de pesquisas se concentravam em planejamento energético, mudanças climáticas, além da epistemologia e história da ciência. As pesquisas de Pinguelli já se dedicaram à engenharia nuclear, física de reatores, física teórica e física de partículas.

Disseminando o conhecimento aprendido e desenvolvido na UFRJ, Pinguelli foi pesquisador e professor visitante de diversas universidades mundo afora: Universidade Stanford (EUA), Universidade da Pensilvânia (EUA), Universidade Grenoble Alpes (França), Universidade Cracóvia (Polônia), Centro Internacional de Pesquisa em Meio Ambiente e Desenvolvimento (França), Centro de Estudos Energéticos Enzo Tasselli (Itália), Agência Nacional de Energia Nuclear e Fontes Alternativas (Itália) e Fundação Bariloche (Argentina).

Luiz Pinguelli foi ainda membro do Conselho do Pugwash, entidade fundada por Albert Einstein e Bertrand Russel, a qual ganhou o Nobel da Paz em 1995 e estava participando do Painel Intergovernamental de Mudanças do Clima (IPCC), instituição que recebeu o Nobel da Paz em 2007.

Perfil

Luiz Pinguelli Rosa nasceu em 19 de fevereiro de 1942, na cidade do Rio de Janeiro, filho de Dalva Pinguelli Rosa e Ávilla Rosa. Foi aluno do Colégio Pedro II, cursou a Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), saindo como oficial do Exército, e, posteriormente, ingressou no Instituto Militar de Engenharia (IME), no Rio de Janeiro.

Graduado em Física pela UFRJ, mestre em Engenharia Nuclear pela Coppe/UFRJ e doutor em Física pela PUC-Rio, Pinguelli foi diretor da Coppe por quatro mandatos e presidente da Eletrobrás, entre 2003 e 2004. O docente também era membro titular da Academia Brasileira de Ciências (ABC). Orientador de dezenas de dissertações de mestrado e teses de doutorado, o professor recebeu diversos prêmios, entre eles o de personalidade do ano de 2014, da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Professor emérito e titular do Programa de Planejamento Energético da Coppe, foi professor do Programa de História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia da UFRJ, além de secretário executivo do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, organismo científico do Governo do Brasil para estudar o problema do aquecimento global em suas implicações para o país, auxiliar na criação e promoção de políticas. Além disso, Pinguelli foi fundador da Associação de Docentes da UFRJ (Adufrj), tendo sido seu primeiro presidente.

Suas áreas atuais de pesquisas se concentravam em planejamento energético, mudanças climáticas, além da epistemologia e história da ciência. As pesquisas de Pinguelli já se dedicaram à engenharia nuclear, física de reatores, física teórica e física de partículas.

Disseminando o conhecimento aprendido e desenvolvido na UFRJ, Pinguelli foi pesquisador e professor visitante de diversas universidades mundo afora: Universidade Stanford (EUA), Universidade da Pensilvânia (EUA), Universidade Grenoble Alpes (França), Universidade Cracóvia (Polônia), Centro Internacional de Pesquisa em Meio Ambiente e Desenvolvimento (França), Centro de Estudos Energéticos Enzo Tasselli (Itália), Agência Nacional de Energia Nuclear e Fontes Alternativas (Itália) e Fundação Bariloche (Argentina).

Luiz Pinguelli foi ainda membro do Conselho do Pugwash, entidade fundada por Albert Einstein e Bertrand Russel, a qual ganhou o Nobel da Paz em 1995 e estava participando do Painel Intergovernamental de Mudanças do Clima (IPCC), instituição que recebeu o Nobel da Paz em 2007.

Linha do tempo

1942

  • Nasce em 19 de fevereiro, no Rio de Janeiro, primeiro filho do alfaiate Avilla Rosa e de Dalva Pinguelli Rosa. A família reside em um sobrado da rua Teófilo Otoni, onde fica a alfaiataria
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1953

  • Matricula-se no Colégio Pedro II, onde participa de manifestações estudantis
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1960

  • Ingressa na Academia Militar de Agulhas Negras (Aman), curso de Material Bélico, em Resende/RJ (de 1960 a 1962)
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1962

  • É declarado aspirante a oficial
  • Oficial do Exército, Batalhão de Manutenção (de 1962 a 1967)
  • Ingressa no Instituto Militar de Engenharia (IME), no Rio de Janeiro, onde inicia o curso de Engenharia Elétrica
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 1964

  • Como tenente, se manifesta no quartel do Batalhão de Manutenção da Divisão Blindada contra a deposição do presidente da República João Goulart e é chamado a responder à Comissão Geral de Investigações
  • Inicia o curso de Ciência e Tecnologia Nucleares da Escola de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ (de 1964 a 1965)
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1965

  • Nasce seu primeiro filho, do casamento com Mariza Lomba, Luiz Fernando
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1967

  • Inicia o curso de Engenharia Elétrica, no Instituto Militar de Engenharia (de 1967 a 1969)
  • Pede demissão do Exército
  • Bacharel em Física pela antiga Faculdade Nacional de Filosofia, Ciências e Letras (atual UFRJ)
  • Pesquisador no Instituto de Engenharia Nuclear (IEN), Divisão de Reatores, no Rio de Janeiro (1967 a 1969)
  • Nasce seu segundo filho com Mariza Lomba, Luiz Eduardo
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1969

  • Conclui o curso de mestrado em engenharia nuclear da Coordenação de Programas de Pós-Graduação em Engenharia (Coppe/UFRJ)
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1970

  • Professor assistente da Coppe/UFRJ, Programa de Engenharia Nuclear e Instituto de Física da UFRJ (de 1970 a 1972)
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1971

  • Coordenador do Programa de Engenharia Nuclear da Coppe/UFRJ (de 1971 a 1975)
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1972

  • Pesquisador no Centro Internacional de Física Teórica, em Trieste, Itália: Guest Physics – International Centre of Theoretical Physics/ Atomic Energy International (de 1972 a 1974)
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1974

  • Volta ao Brasil e conclui o curso de doutorado em Física da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro
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1975

  • Professor adjunto da Coppe/UFRJ, Programa de Engenharia Nuclear e Instituto de Física da UFRJ (de 1975 a 1976)
  • É um dos primeiros cientistas a se manifestar contra o Acordo Nuclear Brasil-Alemanha. Em razão das críticas, é acusado pelos militares de participar de “um complô estrangeiro envolvendo judeus e comunistas contra a política nuclear do governo militar”
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1976

  • Torna-se professor titular da Coppe/UFRJ, Programa de Engenharia Nuclear (continuando professor adjunto no Instituto de Física da UFRJ)
  • Chefe do Departamento de Física Teórica do Instituto de Física da UFRJ (de 1976 a 1977)
  • Lidera a criação da pós-graduação em Planejamento Energético na Coppe/UFRJ
  • Ministra cursos para engenheiros da Empresas Nucleares Brasileiras (Nuclebrás) e participa de projetos tecnológicos para a usina nuclear de Angra I
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1977

  • Secretário-geral da Sociedade Brasileira de Física (de 1977 a 1979  e de 1985 a 1987)
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1979

  • Depõe à CPI do Senado sobre o Acordo Nuclear Brasil-Alemanha, criticando a concepção e a forma de execução do programa nuclear brasileiro
  • Coordena a criação da Área Interdisciplinar de Energia (AIE) na Coppe/UFRJ, uma iniciativa comum de três programas de pós-graduação: Engenharia de Sistemas, Engenharia de Produção e Engenharia Nuclear
  • Fundad a Aduferj  – Associação dos Docentes da UFRJ , da qual é o primeiro presidente (de 1979 a 1981)


     

1982

  • É eleito o segundo presidente da Andes – Sindicato Nacional dos Docentes de Ensino Superior (de 1982 a 1984)
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1986

  • É eleito para o seu primeiro mandato (de 1986 a 1989) como diretor da Coppe/UFRJ e convida professores que haviam sido expulsos pelos militares a retornar à instituição
  • Participa da comissão da Sociedade Brasileira de Física que resultaram na revelação da construção de instalações militares na Serra do Cachimbo (PA) destinadas à realização de testes com artefatos nucleares
    ..


     

1987

  • Torna-se membro do Conselho da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência – SBPC
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     e e

1989

  • É promovido a professor titular da Coppe/UFRJ
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1990

  • Torna-se coordenador do Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ (de 1990 a 1993), onde inicia a obra de recuperação do Palácio Universitário (Hospício Pedro II), coordenada por Fernando Peregrino, com projeto da arquiteta Lucinda Caetano
    .Hospício Pedro II,


      

1992

  • Lidera da criação do Programa de Planejamento Energético (PPE) da Coppe/UFRJ
  • Recebe o Forum Award da Sociedade Americana de Física (American Physical Society/APS) pelo estudo sobre possível plano de construção de uma bomba nuclear em território brasileiro
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1993

  • Com o sociólogo Herbert de Sousa (Betinho) e Andre Spitz, cria o Comitê de Entidades Públicas no Combate à Fome e pela Vida (COEP)
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1994

  • Presidente da Associação Latino-americana de Planejamento Energético
  • Segundo mandato para o cargo de diretor da Coppe/UFRJ (1994-1997)
  • Torna-se membro do Conselho da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência – SBPC
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1995

  • Convida o físico britânico de origem polonesa Joseph Rotblat (agraciado com o Prêmio Nobel da Paz uma semana depois) para proferir na Coppe a conferência sobre os 50 anos do bombardeio nuclear de Hiroshima e Nagasaki
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1996

  • Com o COEP, promove o seminário “Prevenção e Controle dos Efeitos dos Temporais no Rio de Janeiro”, que resultou no livro Tormentas Cariocas (lançado em 1997). O livro reúne diagnósticos e recomendações feitas por cerca de 40 especialistas para mitigar os efeitos das chuvas e temporais no Rio de Janeiro
  • Recebe a Medalha de Mérito Pedro Ernesto, concedida pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro
  • Promove palestra de Noam Chomsky na Coppe/UFRJ
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1997

  • Durante o processo de privatização da Vale, coordena grupo de apoio técnico (GAT)  à comissão externa da Câmara dos Deputados, formado por especialistas, que denuncia esquema de compra da empresa por um grupo multinacional dono de uma subsidiária responsável pela modelagem da venda – em seguida, esse grupo se retira do leilão
  • Com o amigo Fernando Peregrino, participa da criação do Bloco I-2000, que abriga o maior conjunto de laboratórios de Engenharia da América Latina. Em 2022, o espaço passa a se chamar Complexo de Ensino e Pesquisa de Engenharia Luiz Pinguelli Rosa
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1998

  • Torna-se membro do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (Intergovernamental Panel on Climate Change-IPCC), da ONU (de 1998 a 2001)
  • Recebe o Chevalier de L’Ordre des Palmes Academiques, do Ministério de Educação da França (Ministère de L’Education Nationale de La Recherche et de La Technologie)
  • Nasce seu terceiro filho, Leonardo, de sua companheira Suzana Kahn Ribeiro
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1999

  • Ingressa como membro do Conselho Mundial do Pugwash Conferences on Science and World Affairs, entidade fundada por Albert Einstein e Bertrand Russel, voltada para o combate ao armamento nuclear. A participação vai até 2001
  • Participa da criação do Instituto Virtual Internacional de Mudanças Globais (Ivig)
  • Articula para visita e conferência do sociólogo italiano Domenico De Masi na Coppe/UFRJ
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2000

  • Envia carta ao presidente Fernando Henrique Cardoso alertando sobre uma iminente crise energética. Em 2001, o País passa pela pior crise de geração de energia elétrica da história, que ficou conhecida como o “apagão”
  • Recebe o Prêmio Golfinho de Ouro, do Conselho Estadual de Cultura do Estado do Rio de Janeiro
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2002

  • Assume o terceiro mandato para o cargo de diretor da Coppe/UFRJ
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2003

  • Deixa a Coppe/UFRJ para assumir a presidência da Eletrobras (na qual permaneceu até maio de 2004). Durante sua gestão, a Eletrobrás instituiu linha de crédito para financiamento e subvenção de projetos no âmbito do Programa Luz para Todos e buscou renegociar contratos com produtores independentes de energia em condições mais favoráveis para empresas do grupo. Defendeu com afinco a retirada da Eletrobrás do Programa Nacional de Desestatização (PND), a redução das metas de superávit primário estabelecidas pelo governo para a estatal e a ampliação de seus investimentos em geração e transmissão
  • Integra o Conselho de Administração de Itaipu Binacional (de 2003 a 2015)
  • Torna-se membro da Academia Brasileira de Ciências (ABC)
  • Recebe a Medalha da Ordem do Mérito, do Ministério da Defesa
  • Recebe a Medalha da Ordem do Mérito do Ministério das Relações Exteriores, do Ministério das Relações Exteriores
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2004

  • Assume a secretaria executiva do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas (FBMC), presidido pelo presidente da República. O Fórum reúne representantes de órgãos intergovenarmentais e entidades da sociedade civil (de 2004 a 2016)
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2005

  • Publica o livro Tecnociências e humanidades: novos paradigmas, velhas questões v. 1: O determinismo newtoniano na visão de mundo moderna
  • Recebe o Prêmio Coppe Giulio Massarani de Mérito Acadêmico, da Coppe/UFRJ
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2006

  • Publica o volume 2 do livro Tecnociências e humanidades: novos paradigmas, velhas questões  – A ruptura do determinismo, incerteza e pós- modernismo
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2007

  • Assume a direção da Coppe/UFRJ pelo quarto mandato (de 2007 de 2011)
  • Recebe menção honrosa por ter contribuído para que o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) da ONU fosse contemplado com o Prêmio Nobel da Paz
  • Torna-se membro do Corpo de Conferencistas Especiais da Escola Superior de Guerra
  • Torna-se membro do Conselho da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência – SBPC
  • Inicia, junto com Aquilino Senra, Segen Estefen, Fernando Peregrino e Su Jian, a missão à China da Coppe/UFRJ para fundar o centro Brasil-China de tecnologias de baixo carbono, com a Universidade de Tsinghua
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2008

  • Recebe o Certificado de Voto de Louvor, agraciados com prêmios e menções honrosas no ano de 2007 pelas diversas Agências de Fomento, Empresas e Ministérios da República, da Coppe/UFRJ
  • Recebe o Prêmio FINEP de Inovação Tecnológica 2007 – Troféu José Pelucio categoria Ciência e Tecnologia, da Finep
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2009

  • Participa da criação do Centro China-Brasil de Mudança Climática e Tecnologias Inovadoras para Energia, primeira instituição formal da UFRJ de cooperação direta com um país estrangeiro
  • Promove a implantação das obras do Centro de Tecnologia 2 da UFRJ pela Fundação Coppetec, sob a coordenação de Fernando Peregrino, com projeto da arquiteta Fernanda Oliveira
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2011

  • Assume o quinto mandato como diretor da Coppe/UFRJ (de 20011 a 2015)
  • Participa da criação do Laboratório Herbert de Souza de Tecnologia e Cidadania (LABetinho), uma parceria entre a Coppe/UFRJ e o COEP
  • Recebe o prêmio Destaque do Ano, da Assespro-RJ
  • Recebe a Ordem do Mérito da Defesa – Grau de Oficial, do Ministério da Defesa
  • Recebe o Título de Sócio Benemérito, da Associação dos Engenheiros da Petrobras (AEPET)
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2012

  • Recebe o prêmio Medalha de Honra ao Mérito John Cotrim, de Furnas
  • Recebe o prêmio Homenagem Aluno Eminente, do Colégio Pedro II
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2013

  • Recebe o título de Professor Emérito da UFRJ
  • Participa, junto com Fernando Peregrino, da Coppetec, da elaboração final da Lei 12.863/2013, que permitiu que recursos financeiros dos projetos fossem depositados na conta da fundação de apoio, aliviando a carga burocrática da gestão
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2014

  • Recebe o prêmio Personalidade do Ano de Inovação, da Agência Nacional do Petróleo e Gás Natural (ANP)
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 2016

  • Envia carta ao presidente Michel Temer renunciando à secretaria-executiva do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas após o impeachment da presidente Dilma Rousseff
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